MATÉRIA REFERENTE AO PRIMEIRO BIMESTRE DE 2010
André Miranda
Duas palavrinhas martelam nas mentes dos entusiastas tecnológicos desde quarta-feira. “Revolucionário” e “mágico”, disse Steve Jobs, o todo poderoso CEO da Apple, ao anunciar o lançamento do iPad, um tablet que engloba, num só aparelho de menos de 10 polegadas, música, vídeos, internet, aplicativos e livros. Para o mercado editorial, a discussão proposta pelo iPad está relacionada à possibilidade de seu proprietário comprar livros pela rede e lê-los da mesma forma como faz com as obras físicas. O que está em jogo, para muitos, é o suposto fim dos livros em papel. “O livro físico tem o seu charme particular e único: questão de cheiro, textura, portabilidade absoluta, envelhecimento, pregas, manchas. Gosto disso. Uma relação física é muito mais prazerosa do que uma relação virtual”, diz a portuguesa Inês Pedrosa, autora de A eternidade e o desejo. “Quem gosta de livros vai continuar a lê-los”, acredita Milton Hatoum, autor de Cinzas do norte.
Jornal O Globo | Publicada em 31/01/2010
Informação em Destaque: Texto sublinhado e negrito
Esta notícia foi reproduzida para fins didáticos





































