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05-07-2008

Mais meninas iniciam vida sexual aos 15 anos

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05 de julho de 2008

Mais meninas iniciam vida sexual aos 15 anos

Cresceu o uso de anticoncepcionais, mas número de meninas grávidas quase dobrou nos últimos dez anos

Os resultados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher mostram um aumento no número de mulheres que estão iniciando a vida sexual mais cedo. O estudo detectou que o percentual de jovens que têm a primeira relação aos 15 anos saltou de 11% para 32%. O total de adolescentes com idade entre 15 a 19 anos que se declararam virgens caiu de 67,2%, em 96, para 44,8% em 2006.

Para estudiosos, a precocidade na vida sexual é um desafio a ser enfrentado pelo governo, que pede políticas de prevenção contra doenças como a Aids e gravidez indesejada.

- É um número que preocupa e que merece toda nossa atenção - disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

As meninas estão também tornando-se, cada vez mais, mães prematuras. O número de grávidas aos 15 anos quase dobrou nos últimos dez anos: saltou de 3% para 5,8%. Segundo o estudo, 32% das mulheres de 15 a 19 anos mantiveram a primeira relação sexual com 15 anos ou menos.

Mais atividade sexual entre as de menor nível escolar

A pesquisa concluiu que, das mulheres com menor nível escolar - até quatro anos de estudo - apenas 3% nunca tiveram relações sexuais. O percentual sobe para 12% nas mulheres que com maiores níveis escolares. "Independentemente do grau de escolaridade, a idade mediana da primeira relação sexual aumenta à medida que a idade da mulher se eleva. Essa idade sofre um aumento com o grau de escolaridade", dizem os pesquisadores.

Sobre a situação conjugal, a pesquisa diz que 64% das 15.500 mulheres entrevistadas se acham em união, seja formal (36,7%) ou informal (27,3%). Do total, 25,8% são solteiras e 8,8%, viúvas, separadas, divorciadas e desquitadas.

A pesquisa mostrou que a média de filhos por mulher caiu de 2,5 para 1,8 nesses dez anos. Aumentou o número de acesso a todos os métodos de contracepção. Pulou de 73,1% para 87,2% o percentual de mulheres que declarou ter usado alguma vez algum método; o consumo de pílula anticoncepcional foi de 15,8% para 22,1%; o uso do preservativo masculino saltou de 4,3% para 12,9%. Em relação ao número ideal de filhos, a pesquisa revelou que o desejo de ter mais crianças cresce com o aumento da idade: 1,9 filho para as mais jovens e 2,5 nas mais velhas.

"Entre as mulheres que desejam mais filhos, 35,2% querem tê-los logo, nos próximos dois anos; 63,4% preferem adiar o próximo filho por dois anos ou mais. A intenção de não ter é expressa por uma em cada dez mulheres que ainda não têm filhos", diz a pesquisa.

 

Gravidez indesejada atinge 45% das mulheres

Quase metade das mulheres que deram à luz nos últimos cinco anos admitiu que teve pelo menos uma gravidez indesejada. Segundo a pesquisa do Ministério da Saúde, 45,8% das entrevistadas responderam que não queriam mais ou que preferiam ter esse filho mais tarde.

Os dados revelam que 28,2% desses nascimentos não foram planejados para aquele momento e 17,6% foram indesejados. Esse número cresceu em relação a 1996, quando 38,4% das mulheres não queriam aquela gestação. Kelli Cristina da Conceição Borges, por exemplo, nunca havia pensado em ser mãe, até ficar grávida ano passado, aos 18 anos. Sem notícias do pai de Kemelly, a experiência parece ter criado um trauma na mãe de primeira viagem, que não pretende ter outro bebê:

- Deus me livre! - diz ela, enquanto brincava no fim da tarde desta quinta com a filha no Parque Trianon, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Kelli diz não querer repetir o que chama de "erro" de sua mãe, que teve cinco filhos.

- Além da dor do parto, não quero colocar mais um filho no mundo sem ter condições para isso. Pôr filho no mundo é coisa séria - diz ela, que garante ter ficado grávida por descuido.

"Morro de medo de doenças"

Adolescente diz encarar sexo com naturalidade, mas com CAMISINHA

Flávio Freire

SÃO PAULO. Aos 16 anos, Daniela diz, com a segurança de uma adolescente, que não tem problemas com o sexo. Tirando o medo de que os pais descubram que ela deixou de ser virgem aos 14, a garota parece encarar com tranqüilidade a relação sexual com Fernando, de 23, com quem namora há cinco meses.

Fernando é o seu segundo namorado.

Antes, ela viveu o primeiro amor por um ano e três meses. Foi com o ex que transou pela primeira vez, na casa dos pais dele.

- Foi tudo muito natural para mim. Ninguém forçou a barra, nem eu nem ele. Simplesmente aconteceu, e foi ótimo - diz a adolescente.

Ela garante que não sofreu pressão das colegas para perder a virgindade e diz que nunca transou sem CAMISINHA. Um problema no ovário também a obrigou a tomar pílulas ANTICONCEPCIONAIS aos 14 anos. Embora diga lidar bem com questões do sexo, admite que doenças sexualmente transmissíveis e a possibilidade de uma gravidez indesejada aumentaram a busca do sexo seguro.

- Morro de medo de doenças, assim como de ficar grávida. Seria antecipar uma etapa da minha vida muito precocemente. Até quero ter filhos, mas antes quero estudar, me formar, casar - diz ela.

Aos 23, Fernando faz questão de usar Camisinhas, seguindo os conselhos de sua mãe, que ficou grávida do primeiro filho aos 16.

- O excesso de informação faz com que eu cuide de mim e dela.

 

Fonte:  JORNAL O GLOBO

Última modificação em Sáb, 06 de Setembro de 2008 19:07
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