Bem-vindo a Itaboraí Região Metropolitana Cidade Histórica, com população estimada em 210.735 habitantes. DDD 21 - CEP: 24800-000 Feriados Dia 22/05 - Dia do Município Dia 24/06 - Dia do padroeiro São João Batista Principais atividades econômicas Serviços, Comércio, Transportes, Comunicações, Construção Civil, Indústria de transformação, Apicultura, Pecuária, Agro-turismo, Gastronomia e Citricultura. Rodovias de acesso Br 101 e RJ 104. Distâncias Quilométricas Rio de Janeiro: 46 Km Niterói: 34 km Angra dos Reis: 198 Km Macaé: 200 Km Nova Friburgo: 87 Km Campos: 258 Km Rio Bonito: 20 Km. Temperatura máxima 33º C, mínima 12º C Área 429,03 km² Coordenadas Sua Sede localiza-se nas coordenadas geográficas de 22°44'40" de Longitude Sul e 42°51'34" de Longitude Oeste, a uma altitude de 46 metros e distante 46 km da capital do Estado. Coordenadas geográficas
| Área | 424,219 km² | | População | 225.309 hab. est. IBGE/2008 [2] | | Densidade | 508,7 hab./km² | | Altitude | 17 metros | | Clima | tropical | | Fuso horário | UTC-3 | Municípios limítrofes Os limites do município são: Ao norte - Os Municípios de Cachoeiras de Macacu e Magé Ao sul - O Município de Maricá A leste - O Município de Tanguá A oeste - O Município de São Gonçalo Distritos Possui oito Distritos: Cabuçu, Itaboraí, Itambí, Manilha, Pacheco, Porto das Caixas, Sambaetiba e Visconde de Itaboraí. Hidrografia O Município possui uma rede hidrográfica extensa, que nascem nas encostas da Serra do Mar, formada pelos rios: Macacu, Casserebu, Iguá, Aldeia e Várzea . Os rios mais expressivos encontram-se nas bacias do Caceribu, com 846,7 km 2 e do Macacu, com 256 km 2 , com destaque para os rio Duques, contribuinte do Caceribu e o rio Aldeia, contribuinte do rio Macacu. Quanto ao rio Macacu, é importante ressaltar que ele, o maior desta bacia hidrográfica é o principal rio da região e tem como afluentes mais expressivos os rios Guapi-açú, à direita e Casseribú, Aldeia e Imbú, à esquerda. Corta, ao longo de seu curso, as terras da Fazenda Macacú, onde predominam em torno as áreas de pastagem e em outro trecho as ruínas do Convento de São Boa Ventura de Macacú. Suas águas são barrentas e frias. Extensão navegável apenas para barcos de pequeno calado, destinados à pesca. Não possui praias, nem locais propícios para banhos. Clima e Vegetação Situa-se sobre as regiões de Planícies Costeiras, de Tabuleiros Costeiros e de Colinas e Maciços Costeiros. Esta região é classificada como de Clima Tropical Quente (temperatura média superior a 18°C) e Sub-Quentes (entre 18°C e 15°C) e sub-tipos Super Úmidos (sem mês seco) e úmido (um à três meses seco). Há remanescentes de Floresta Ombrófila densa, bem como uma grande área de manguezal, sedo que esta última faz parte da APA de Guapimirim, com 14.340 hectares, abarcando os municípios de Guapimirim, Itaboraí, Magé e São Gonçalo. PARQUE PALEONTÓLOGICO DE SÃO JOSÉ DE ITABORAÍ A criação do Parque Paleontológico de São José de Itaboraí tem como objetivos a conservação, recuperação e uso sustentável dos recursos naturais existentes na bacia calcária, com a participação da sociedade civil na solução dos problemas ambientais da região, assim como, em conjunto com Universidades instaladas no Estado do Rio de Janeiro, desenvolver estudos científicos de geologia e Paleontologia e promover a educação e treinamento das comunidades na questão ambiental. Por outro lado, com a instalação do Parque, a região irá se beneficiar de uma grande área de lazer que naturalmente trará desenvolvimento ao Município, pois propiciará o turismo ecológico e científico, pela proximidade de grandes cidades como Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo e outras da Região Metropolitana. A lavra dos calcários de São José levou à descoberta dos fósseis. Paleontólogos do Brasil e do exterior, dirigiram-se a São José, em busca de restos de animais e vegetais de idade paleocênica (70 - 55 milhões de anos) e também do Pleistoceno (2 milhões de anos). Além de moluscos, sementes e folhas, um grande número de vertebrados foram coletados, destacando-se os marsupiais do inicio do período terciário (70 milhões de anos) e a preguiça-gigante do inicio do quaternário (2 milhões de anos). Do ponto de vista da ocupação humana, Itaboraí, como outros lugares no Brasil, foi palco de ação constante do ser humano, desde tempos mais distantes (Pleistoceno Médio).Tal afirmação se baseia nos estudos que vêm sendo realizados com a descoberta de artefatos produzidos e utiliza dos pelo homem pré-histórico. MACIÇO DO BARBOSÃO O maciço do Barbosão é uma das últimas áreas verdes, em bom estado de preservação, dos municípios de Tanguá e Itaboraí. Abriga espécies de flora e fauna remanescentes de Mata Atlântica e várias nascentes de rios de pequeno curso que contribuem para a bacia do rio Caceribu, constituíndo-se em verdadeiro patrimônio paisagístico local. O grande crescimento da população está tornando cada vez mais frequentes os desmatamentos e a ampliação de áreas de cultura de subsistência. A comparação entre os censos demográficos do IBGE de 1980 e 1991 mostra que o município de Itaboraí teve um crescimento anual "record", de 3,16% contra a média de 0,8% para toda a Região Hidrográfica da Baía de Guanabara, indicando estar o vetor de crescimento da Região Metrolitana do Rio de Janeiro direcionado para esta área. Tambem a análise comparativa de imagens do satélite Landsat, de maio de 1984 e novembro de 1991, mostra este maior crescimento relativo de área urbana e o desmatamento "record", em proporções ainda maiores, nesta região. Embora tenha sido transformada em Parque Florestal do Barbosão por lei editada pelo Município de Itaboraí em 1993, anteriormente, portanto, à emancipação de Tanguá, nenhuma atividade foi desenvolvida efetivamente para a conservação da área. Hidrografia Está situado na Região Hidrográfica 5, que abarca as bacias dos rios que nascem nas encostas da Serra do Mar. Os rio mais expressivos encontram-se nas bacias do Caceribu, com 846,7 km 2 e do Macacu, com 256 km 2 , com destaque para os rio Duques, contribuinte do Caceribu e o rio Aldeia, contribuinte do rio Macacu. Quanto ao rio Macacu, é importante ressaltar que ele, o maior desta bacia hidrográfica, foi interligado por obra de engenharia ao Guapimirim, além de ser vital para o abastecimento de água da população da região leste da Bacia. Enquadra-se na Classe 2, e de acordo com a Resolução CONAMA 20/86, as águas destes rios, após tratamento adequado, estão destinadas para a criação de espécies destinadas à alimentação humana, a irrigação, a proteção das comunidades aquáticas, a recreação de contato primário e ao abastecimento doméstico. A Baía de Guanabara e sua bacia hidrográfica formam um ecossistema importantíssimo para a cidade do Rio de Janeiro e suas outras cidades. Em decorrência da concentração populacional, do crescimento urbano desordenado e dos processos industriais, esse ecossistema vem sofrendo uma ostensiva poluição ao longo dos anos. O problema mais grave da Baía de Guanabara enquanto ecossistema é o lançamento de esgotos domésticos e a presença de lixo, um reflexo da ausência de uma infra-estrutura adequada de saneamento básico (FEEMA, 1987). Os rios Estrela até o rio Gauxindiba, nas costas norte e nordeste, são os que se encontram em melhor estado, apresentando uma alternância entre rios de boa qualidade e em estado de transição. Os rios que se encontram numa situação crítica de poluição localizam-se nas costas oeste, noroeste e leste do Estado. Mapa de Itaboraí  Fonte: IBGE / Protetores da Vida / Governo do Estado Atenção: As informações contidas aqui vem de fontes externas, sendo assim, poderão a qualquer momento sofrer modificações sem aviso prévio. |